quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Friends and The City

Há mais ou menos cinco anos atrás descobri o universo das séries. Lembro-me como se fosse ontem o dia que comecei a assistir (e amar) One Tree Hill. O dia em que decidi acompanhá-la pela Fox e ansiar desesperadamente pela nova temporada enquanto eles estavam dando aquelas reprises indesejáveis. Foi uma época ótima, cheia de amor platônico e procurando uma personificação do Natan na vida real. Depois disso comecei a acompanhar Gossip Girl – que dispensa comentários e que parei de assistir há anos – e Bones, com aquele casal maravilhoso que me fazia fantasiar o episódio em que eles finalmente ficariam juntos.

Diferentemente de muita gente, não cresci assistindo The O.C., Friends, nem Two and a Half Men, apesar de este último me render muitas risadas na época do Charlie Sheen. Cheguei a assistir alguns episódios de House, The Big Bang Theory, The IT Crowd, Dexter e Grey’s anatomy, mas nunca havia terminado e assistido a todos os episódios de uma série. Até ontem.

Sex and The City me acompanhou por dois ou três meses e foi ontem que só faltei morrer de chorar quando assisti ao último episódio da série. Porque eu sabia que ela ia acabar e que eu queria saber o que ia acontecer depois. Eu queria ver os caras errados, os dilemas, as situações, a Miranda, a Samantha, a Charlotte, a Carrie, a Magda, todos juntos. Queria aprender mais com as questões que a Carrie jogava no ar, com a frieza da Miranda perante muitas coisas, com a sensibilidade da Charlotte e com a autoestima da Samantha. Eu queria e quero continuar acreditando que posso achar amigas como elas que aceitam as diferenças e que insistem em mim. Amigas que juntas falam das inseguranças e compartilham situações engraçadas e que falam de intimidade com uma naturalidade sem tamanho. É invejável.


Esse seriado foi pra mim uma fonte de desopilação + aprendizado, pois coisas que nunca havia dado muita importância, agora, realmente fazem falta. O que esse seriado me ensinou foi muita coisa e não vou dar a chave do “sucesso” pra vocês de graça, eu quero que vocês assistam e se deliciem com a beleza e as questões impostas pela autora. E só mais uma coisa: o universo feminino é uma verdadeira tragicomédia.

2 comentários:

  1. Eu não sou "das séries" também não, Larie. Na verdade, eu tentei assistir Glee e Gossip Girl, e nos dois casos, parei por preguiça no meio da segunda temporada. Meu amor eterno é Friends. Tenho as 10 temporadas em casa e vivo reassistindo, e mesmo sabendo do final de cor, sempre fico com o coração mega apertado, porque sei que preciso saber o que aconteceu depois..
    Beijo!

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  2. Estou assistindo uma série muito antiga, chamada "Gilmore Girls". Eu cresci assistindo a dita cuja na época em que o SBT era bom. Estou na primeira temporada ainda, mas gostando bastante. Tenho vontade de ver "The Big Bang Theory". Cresci assistindo "O. C.". Mas não gosto de "Sex and the City". Nada contra, só não faz o meu tipo algo assim, tão superficial.
    Abraços.

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